O acordo com a Greenfield, que apura fraudes em negócios com os fundos, foi firmado em setembro do ano passado, como forma de desbloquear ativos e permitir que a família Batista continuasse no comando da J&F. Após a deflagração da Operação Sépsis - que tramita em conjunto a Greenfield e a Cui Bono? O MPF destaca no documento que o comitê supervisor da "apuração independente" contava com agentes da própria Eldorado, em situação de conflito de interesse. Na mesma manifestação, o MPF deu parecer favorável a um pedido da defesa de Wesley Batista para que sejam revogadas as medidas impostas a ele. Wesley alegou que, à época dos fatos investigados, morava nos Estados Unidos e atuava em outros seguimentos do grupo empresarial J&F.
Source: O Estado de S. Paulo February 06, 2017 22:51 UTC