A ansiedade da população com a segurança pública não é produto de histeria nem de manipulação eleitoral, mas de um fenômeno alarmante. Operações como a Carbono Oculto mostraram como as facções operam como agentes econômicos sofisticados, explorando brechas regulatórias e mercados formais. A inteligência e a força são complementares e devem ser articuladas como parte de uma estratégia de Estado, e não instrumentos de improviso político. Diante desse quadro, é bem-vindo o compromisso da Câmara dos Deputados de priorizar a PEC da Segurança Pública no início dos trabalhos legislativos. A segurança pública exige menos bravata, menos simbolismo e mais método.
Source: O Estado de S. Paulo February 04, 2026 18:01 UTC