Mas a lacração da parlamentar acabou voltando-se contra ela mesma: acordou transfóbica e dormiu racista. Para quem não acompanhou, Fabiana começou seu discurso na Alesp dizendo-se branca e privilegiada e, aos poucos, foi pintando grotescamente o rosto e os braços com tinta escura. Ela explicou a performance: "Sou branca e privilegiada, mas se me 'travestir' de preta, sou preta?". Brancos "fantasiados" de pretos, como se a cor da pele e a origem étnica fossem uma alegoria, digna de arrancar risos. Além da lacração racista, Fabiana Bolsonaro (que não se chama Bolsonaro) deu outro tiro no pé: ao se expor, atraiu atenção.
Source: Correio Braziliense March 23, 2026 13:25 UTC