Foto: Fábio Vieira/EstadãoPUBLICIDADE Massis começou a gestão “no susto” por estar, na época, distante da política são-paulina. Isso e cortes no quadro de funcionários do clube social compõem uma projeção de economia de R$ 4 milhões em salários até o fim de 2026. Entre os movimentos, estão as saídas de Márcio Carlomagno (superintendência-geral), José Eduardo Martins (diretoria de comunicação) e Antonio Donizete (diretoria-geral-social). Tanto na diretoria, quanto no clube social, cargos que tiveram precisaram de substitutos foram preenchidos por realocação interna de pessoas, sem novas contratações. Crítico da postura do São Paulo diante dos inquéritos policiais que envolvem o clube, Massis estabeleceu um novo diálogo com a força-tarefa composta por Polícia Civil e Ministério Público.
Source: O Estado de S. Paulo February 18, 2026 02:24 UTC