Operações militares recentes na América Latina — notadamente a intervenção dos Estados Unidos em território venezuelano — reacenderam debates sobre soberania, interesses estratégicos e reconfiguração de esferas de influência. Não se traçam mais linhas em mapas coloniais, mas sobre quem controla energia, tecnologia, minerais críticos e infraestrutura. A energia, nesse novo tabuleiro, voltou a ser instrumento de soberania nacional. Prova disto é o retorno do debate sobre energias firmes, inclusive com a volta do debate sobre a energia nuclear. A primeira é que energia precisa ser tratada como política de Estado, e não apenas como política setorial.
Source: Correio Braziliense January 29, 2026 06:28 UTC