A auditoria, a ser submetida ao plenário do TCU, foi motivada pela ociosidade dos portos públicos, de aproximadamente 56%. Com infraestrutura, localização privilegiada e outras externalidades positivas, o capital necessário para investir em um terminal público é menor do que no privado. Ainda assim, nos últimos seis anos os terminais privados investiram mais de R$ 32 bilhões, enquanto os leilões para arrendamento nos portos públicos geraram apenas R$ 3 bilhões. “Ao longo dos anos temos sofrido com portos políticos e não portos públicos”, disse a Federação de Operadores Portuários. O ministro Tarcísio de Freitas tem também planos ambiciosos de concessão de portos à iniciativa privada.
Source: O Estado de S. Paulo June 07, 2020 06:00 UTC