— Eu não conheço o caso e eu preferia não falar sobre ele justamente por não conhecê-lo. Pode ter acontecido (erro), tanto que houve uma compreensão diferente (do pedido de medida protetiva) no segundo grau. Já o desembargador que examinou o recurso, deferiu (a medida protetiva) — apontou Uhlein. Com base no relato, a Polícia Civil pediu uma medida protetiva para a mulher, mas o pedido foi negado pelo juiz de 1º grau, o magistrado Gustavo Bruschi, de Palmeira das Missões. Em segundo grau, a medida protetiva foi concedida a Marlei, mas houve uma falha na intimação do caso e a concessão da medida protetiva não chegou a ter efeito prático – a mulher foi morta antes de a proteção ser aplicada.
Source: Zero Hora February 05, 2026 17:35 UTC