De acordo com ele, o foro privilegiado “está transformando o Supremo numa corte criminal”, sendo que a competência do tribunal é para julgamentos constitucionais. Sem citar nomes, o presidente da Ajufe diz que "o foro está sendo utilizado para proteção de quem pratica crimes” e que o instrumento é usado atualmente para fazer “chicana”. Em consulta realizada no segundo semestre do ano passado, 93% dos associados da Ajufe responderam que são a favor do fim do foro privilegiado. “No Brasil temos cerca de 45 mil pessoas com foro privilegiado. O presidente da Ajufe considera que é possível que o Supremo restrinja o foro privilegiado mesmo sem alteração legislativa.
Source: O Estado de S. Paulo February 20, 2017 23:26 UTC