Eles arcaram com os gastos com reparo do ar condicionado onde os medicamentos ficam armazenados, por exemplo. Por isso, teve de gastar entre R$ 800 e R$ 1.000 todo mês para arcar com os comprimidos e com outros custos relacionados à doença. Em nota, a Secretaria de Saúde afirmou que “trabalha para reabastecer todos os itens que se encontram em falta na rede”. MemóriaA primeira fase da Operação Alto Custo aconteceu na unidade na Estação 102 Sul do metrô, em 3 de outubro. Pacientes informaram ao Correio que, além da ausência dos remédios necessários, o atendimento é demorado e de má qualidade.
Source: Correio Braziliense October 11, 2017 02:26 UTC