O Rio Grande do Sul enfrenta entraves para aderir ao Propag, novo acordo para o pagamento da dívida com a União. Na prática, o governo quer antecipar parte das receitas desses fundos em troca de um desconto nos repasses da União até 2056. Técnicos federais alegaram que a receita do FPE não seria “líquida e certa” visto que varia conforme a arrecadação da União. No caso do FNDR, a alegação é de que parte da origem da dívida do Estado está vinculada a aportes para infraestrutura. — A dívida com a União é um elemento de despesa crucial, que precisa ser bem gerenciado.
Source: Zero Hora February 09, 2026 00:34 UTC