O ponto de partida é a descoberta do esquema usado pelo ex-governador Sérgio Cabral para esconder em paraísos fiscais cerca de US$ 100 milhões ganhos ilegalmente. Obtida pelo GLOBO, uma carta endereçada a Algorta reforça as suspeitas de que o advogado integra um cartel dedicado a remessas secretas do Brasil. Doleiros, eles revelaram que, quando o esquema de propina de Cabral ficou grande demais, em 2007, tiveram de chamar Juca Bala para assumir as operações de lavagem. Até então, Renato e Marcelo usavam operações dólar-cabo (entrega de valores em reais no Brasil para que fossem creditados recursos em dólar no exterior) usando a própria clientela. O criminalista Jorge Barrera, que advoga para Algorta, negou que o cliente esteja envolvido em esquemas de lavagem.
Source: O Globo February 23, 2017 07:30 UTC