Enquanto dirigentes da Scania e da Marcopolo traçaram um cenário no qual os sistemas convencionais movidos a combustíveis fósseis convivem com veículos elétricos, o presidente da WEG, Harry Schmelzer, projetou uma transformação rápida da mobilidade nos centros urbanos. "O Brasil tem que apostar em todas as frentes, mas não pode deixar os elétricos de lado", disse o executivo durante o evento, promovido por Petrobras e Banco do Brasil (BB). O CEO da Marcopolo, James Bellini, foi na mesma trilha ao citar questões relacionadas a custo e atrasos na infraestrutura necessária para a introdução dos veículos elétricos. "Precisamos pensar em várias rotas até chegar, no longo prazo, à emissão zero. Em hipótese nenhuma enxergamos emissão zero no curto prazo", acrescentou o presidente da fabricante de carrocerias de ônibus.
Source: O Estado de S. Paulo May 19, 2022 18:55 UTC