“Choro todo dia.” Mas confessa que é uma otimista. “Estou em uma fase em que o que me interessa é o outro. Em um dia particularmente frio do inverno passado, no Rio, estava atravessando a Cinelândia com um sobretudo inglês bem quentinho. Eu é que estava precisando.”O outro a interessa, até como ferramenta de trabalho. Mas existem essas 20 crianças sírias, órfãs de guerra, que não podem vir, porque não têm ninguém.
Source: O Estado de S. Paulo February 06, 2017 05:04 UTC