"Não há o que discutir sobre a importância do FGC e a necessidade de preservá-lo e de fortalecê-lo ainda mais. O avanço é necessário, sim, mas são ajustes que seriam feitos independentemente do Banco Master", completou. Para Carlos Mauad, CEO do PagBank, o caso Master mostrou que o FGC acabou exercendo um papel importante, mas existem lições do caso. O CEO do PagBank lembrou que, no caso Master, a maioria das aplicações em ativos de baixa liquidez e suspeitos de fraude se dava por meio de fundos de investimentos, vários deles cotistas de outros fundos sem transparência. "Falta é conectar essas informações à governança do FGC e torná-las mais transparentes para o investidor."
Source: Folha de S.Paulo March 22, 2026 23:09 UTC