Duas décadas depois da extinção da empresa, ainda resta uma folha que, até novembro do ano passado, garantia pagamentos a dez funcionários em cargos de comissão. Porém, um caso ainda mais surpreendente é o da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro, a Riotrilhos, que operava o metrô antes da privatização. Em um ano, incluindo o 13º salário, os gastos com pessoal dessas companhias passam de R$ 200 milhões. Em 1996, quando teve início o processo de extinção da CTC, a companhia esbanjava sinais de ineficiência administrativa: eram 14 funcionários, em média, para cada ônibus. No prédio, as lembranças dos tempos em que a empresa administrava o metrô estão restritas a uma maquete e a fotos em preto e branco.
Source: O Globo February 05, 2017 06:33 UTC