Mas a fragilidade fiscal continua a ser a principal debilidade da região, com déficits em quase todos os países, o que demanda programas de ajuste. A frágil situação fiscal da maioria dos países é o principal risco do ponto de vista macroeconômico, disse o relatório. Com um índice de quase 80%, o Brasil está entre os 16 países que superam esse patamar. Mas o economista-chefe da instituição para região, Carlos Vegh, ressaltou que é necessário gradualismo nesse processo, em razão do baixo nível de crescimento da região. Se quiserem ter espaço para reduzir os juros diante de um choque externo, os países da região precisam reforçar a credibilidade de sua política monetária.
Source: O Estado de S. Paulo October 11, 2017 17:48 UTC