O ex-funcionário do governo do Rio Luiz Carlos Vidal Barroso, acusado de operar propinas para Luiz Fernando Pezão (MDB), pediu uma apuração ao Supremo Tribunal Federal sobre os motivos que levaram casos da Lava Jato carioca a deixarem de ser distribuídos por prevenção ao ministro Gilmar Mendes. Preso na Operação Boca de Lobo, que também levou o ex-governador para a cadeia em novembro de 2018, ele teve seu pedido de liberdade negado por Alexandre de Moraes, e agora quer uma ‘apuração’ sobre a distribuição de processos na Corte. Documento O PEDIDO DE LUIZINHO PDFPreso na Operação Boca de Lobo, que também levou o ex-governador para a cadeia em novembro de 2018, ele teve seu pedido de liberdade negado por Alexandre de Moraes, e agora quer uma ‘apuração’ sobre a distribuição de processos na Corte. Seus advogados alegaram que a Operação Boca de Lobo tem a competência da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio – juiz Marcelo Bretas -, e se deu no âmbito da Operação Lava Jato, o que ‘acaba por atrair por prevenção a relatoria neste Supremo Tribunal Federal do ministro Gilmar Mendes’. Em novo pedido ao Supremo, de 27 de março, ele diz ser ‘importante destacar que até o final do ano de 2018, todos os procedimentos impetrados neste Supremo Tribunal Federal, vinculados à Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, oriundos da 7.ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro que estavam e ainda estão sendo direcionados por prevenção ao ministro Gilmar Mendes’.
Source: O Estado de S. Paulo April 02, 2019 08:03 UTC