Afirma ter ficado preocupada com a facilidade de acesso de crianças e adolescentes aos produtos. A ideia é que continue sendo restrita a adultos, mas que não fique exposto a crianças e adolescentes. A elevada procura gerava filas de mais de uma hora pelos produtos, batizados de Crepipi e Crepepeka. "A ideia é proibir antes de chegar", diz ela, alegando que a venda de alimentos em formato de órgãos sexuais em áreas públicas abre "porta perigosíssimas, principalmente para doentes e pedófilos". "Algumas pessoas vieram brincar dizendo que vai proibir a venda de salsicha, de cenoura... Claro que não", contesta ela, que se autointitula "Jessicão, a opressora" e é crítica também do uso de linguagem neutra.
Source: Folha de S.Paulo May 23, 2022 03:56 UTC