Em 2016 eu estava aos pés do Monte Rushmore, em Dakota do Sul (EUA), quando tive uma epifania. Contrariando pesquisas, a impressão ao fim do périplo era: em eleição sem voto obrigatório, só vai votar quem está mobilizado. Candidato surpresa e fora do tradicional, Trump era um azarão imprevisível. A “bolha do Facebook”, segundo os que preferem ignorar o poder das fake news na era das redes sociais. Líderes estrangeiros, mesmo os alinhados com Trump, já davam a eleição como favas (e votos) contadas e parabenizavam Biden.
Source: O Estado de S. Paulo November 13, 2020 07:52 UTC