A União, em seu programa de ensino integral, efetivou em 2024 o investimento de apenas R$ 4 bilhões, ou seja, apenas 7% do valor das emendas parlamentares. O compromisso exigirá priorizar o ensino integral, destinando-lhe mais verbas. Deve-se propagar: não vote em quem não destina verba ao ensino integral. Será uma campanha paralela à eleição, um grande ensaio para começar a unir os desconfiados do nosso país em torno de uma ideia compensatória da injustiça social que perdura há séculos, como consequência maldita da escravidão. Na verdade, será uma campanha paralela, em que o candidato vencedor pode ser a criança vulnerável, para benefício não apenas dela mesma, mas de todo o País que precisa de vencedores que pulem o obstáculo da má formação proporcionada por significativo porcentual de nossas escolas.
Source: O Estado de S. Paulo April 04, 2026 12:01 UTC