SÃO PAULO - Os novos estudos que abordam o câncer em órgãos genitais e urinários, especialmente de próstata e rim, apontam uma tendência a buscar a combinação de terapias, o tratamento personalizado e foco na qualidade de vida do paciente. “Há, claramente, um avanço nas pesquisas de marcadores para selecionar qual é o melhor remédio para cada paciente, qual é o melhor tratamento da doença localizada, se deve-se operar, irradiar ou observar o caso de câncer de próstata. Esse é o caso do estudo Aramis, que avaliou a Darolutamida, uma droga que ainda não está disponível no Brasil, em pacientes com câncer de próstata ainda sem metástases, mas que são resistentes ao tratamento hormonal, que bloqueia a testosterona. “Esse é um estudo que foi feito com mais de 1.500 pacientes da doença, nos quais já havia falhado cirurgia ou radioterapia, ou as duas, que a doença já havia progredido para um tratamento hormonal e aumentado. “O estudo mostrou que a castração hormonal, que é a baixa da testosterona, juntamente com outro anti-hormônio, chamado abiraterona, foi superior a só a castração hormonal pura, que é a diminuição do nível de testosterona.
Source: O Estado de S. Paulo April 02, 2019 06:00 UTC