Depois de dois meses de discussão na Casa, o texto, que não mudou em nada em relação ao que foi enviado pela Câmara no fim de abril, deve ser votado hoje pelo plenário do Senado, a partir das 11h. Se todos os 81 estiverem no plenário, 41 precisarão votar favoravelmente à reforma para que ela passe. Um levantamento feito pelo governo conta com um placar ainda mais apertado, com 42 favoráveis à reforma, apenas um a mais que o mínimo necessário. “O plenário saberá distinguir a crise do governo da necessidade de modernizar as leis trabalhistas, que são muito antigas”, aposta Ferraço. A preocupação do governo é mais com as consequências de se agilizar a votação.
Source: Correio Braziliense July 11, 2017 09:00 UTC