Os currículos acadêmicos no Brasil, como de Joana e de Witzel, disponibilizados na chamada plataforma Lattes, são autoinformados pelos usuários. Testes aleatórios no LinkedIn mostraram informações equivocadas fornecidas pelos usuários. Os usuários do Lattes também se comprometem a disponibilizar informações fidedignas em seus perfis. Quem pretende usar os dados de currículos públicos para tomar uma decisão, como um empregador, por exemplo, pode solicitar comprovações das informações apresentadas pelos usuários. Por enquanto, seguimos sem saber quais instituições do país têm mais egressos em posição de liderança em carreiras como engenharias, direito ou administração.
Source: Folha de S.Paulo May 24, 2019 11:03 UTC