A administradora Reag é investigada na operação Carbono Oculto, da Polícia Federal, que apura um esquema de lavagem de dinheiro do PCC, facção do crime organizado. É evidente até para leigos que tais denúncias deveriam ser suficientes para o ministro Dias Toffoli se declarar impedido de continuar na relatoria do caso. Mas ele não apenas resiste como também, a cada dia, adota medidas consideras atípicas nos meios jurídicos no sentido de restringir e dificultar o trabalho da Polícia Federal. Por isso, a PF encaminhou as novas informações diretamente para o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, solicitando a suspeição do relator. Desde que assumiu o caso, Dias Toffoli só tem adotado atitudes equivocadasEsse embate, evidentemente, ameaça arrastar o STF para o olho do furacão, com o risco de danos irreversíveis para a sua credibilidade.
Source: Zero Hora February 12, 2026 22:21 UTC