Sou um homem decente, ainda sou presidente do meu país — disse Maduro após ser perguntado sobre sua declaração de culpa ou inocência. Depois de Maduro, o juiz se dirigiu à esposa do chavista, que também se declarou inocente das acusações:— Inocente, completamente inocente — disse ela. Ao ser conduzido para fora do tribunal, Maduro disse em espanhol:— Sou um prisioneiro de guerra. A Assembleia Geral da ONU votou (75 a 20) por considerar o ato "uma violação flagrante do direito internacional e da independência, soberania e integridade territorial dos estados". É um princípio de longa data do direito internacional que chefes de Estado possuem imunidade em tribunais estrangeiros.
Source: O Globo January 05, 2026 21:02 UTC