Ligada à Secretaria de Governo da Presidência, comandada pelo ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz, o órgão não informou o motivo da repentina saída do servidor. Na terça-feira da semana passada, Floriano Amorim informou ao GLOBO que havia pedido sua exoneração ao presidente Bolsonaro. Reservadamente, funcionários que atuam na comunicação do governo afirmam que a saída não é mais garantida. O empresário atuou para aproximar Bolsonaro da comunidade judaica e ofereceu jantares para apresentar o então candidato à elite paulista. Floriano Barbosa e Fábio Wajgarten têm o comum o fato de serem próximos ao vereador Carlos Bolsonaro que, segundo interlocutores palacianos, é quem na prática dá as cartas no setor.
Source: O Globo April 02, 2019 00:11 UTC