No meio da noite, prisioneiros eram arrancados de suas celas e enforcados em grupos de 20 a 50. Em cinco anos, foram 13 mil pessoas executadas na prisão síria de Saydnaya, por ordem do ditador Bashar al-Assad, revela um relatório da Anistia Internacional. Os prisioneiros eram torturados, privados de comida, água e atendimento médico. Os corpos eram enterrados em covas coletivas, em um mais um capítulo sangrento recém-descoberto da guerra civil síria. O Ministério da Justiça de Damasco declarou que o documento é completamente falso e tenta prejudicar a reputação da Síria internacionalmente.
Source: O Globo February 08, 2017 09:29 UTC