Os auditores Artur Gomes da Silva Neto, conhecido como "King", e Alberto Toshio Murakami, o "Americano", agiam como consultores de luxo da rede farmacêutica. Eles contavam com o auxílio de Fatima Regina Rizzardi e Maria Herminia de Jesus Santa Clara, descritas como "funcionárias dos fiscais no esquema de corrupção". A promiscuidade era tamanha que os próprios fiscais elaboravam os documentos para serem submetidos ao sistema que eles mesmos deveriam fiscalizar. Segundo o MP, eles "elaboram documento txt com alterações para inflar o ressarcimento de ICMS devido pela Sefaz". No caso de Silva Neto, foi constatado que o auditor recebeu mais de R$ 1 bilhão no pagamento de propinas.
Source: O Globo February 06, 2026 17:28 UTC