A primeira, hoje dominante em economias maduras, é o pagamento por disponibilidade (no Brasil, a contraprestação pública). É aqui que a PPP entrega sua promessa de "ciclo de vida": construir pensando na operação. A terceira família —mais rara e sofisticada— é a do pagamento diferido por meio de títulos emitidos durante a construção. A Argentina tentou variante com títulos de pagamento por investimento; a Colômbia, sem criar um "título" idêntico, estruturou recebíveis públicos de modo a permitir securitizações e project bonds. Quando a remuneração se concentra na obra, perde-se parte da disciplina que o pagamento por disponibilidade impõe na fase operacional.
Source: Folha de S.Paulo March 25, 2026 18:56 UTC