Porém, o grupo reafirmou que as razões para a prisão preventiva “são robustas e consistentes”, mas respeita que a decisão liminar monocrática do desembargador federal Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2a Região (TRF-2), que é o relator do caso. A Força Tarefa informou que analisará as medidas judiciais que poderão ser tomadas. Já a Procuradoria Regional da 2ªRegião, a segunda instância do MPF, anunciou que vai recorrer da decisão. Athié alegou que, até o momento, o que se tem são “suposições de fatos antigos, apoiadas em afirmações do órgão acusatório”. Ele afirmou ainda que já teve o tempo necessário para analisar o caso, o que justificou sua decisão monocrática, em vez de aguardar o julgamento na 1.ª Turma do tribunal.
Source: O Estado de S. Paulo March 25, 2019 21:17 UTC