Conseguiram: o algoritmo genérico, treinado com o texto e as imagens dos 25 artigos, produziu números e um gráfico com os resultados comparados, como eles queriam. Mas durante toda sua apresentação sobre esse feito para nosso departamento, a pergunta que não queria calar na minha cabeça era: para quê? Esse algoritmo falaria como eu falo, escreveria como eu escrevo, produziria o mesmo raciocínio, os mesmos conteúdos? Porque esse algoritmo não sentou no colo de pai e mãe, não sentiu amor, alegria, frustração, raiva, surpresa. Nenhuma IA reproduz isso.
Source: Folha de S.Paulo April 09, 2026 21:04 UTC