Morrem prédios, morrem hábitos, morrem bares. Ela vem parcelada: uma porta que fecha, um salão que esvazia, um garçom que deixa de aparecer no turno da noite. Há um acordo tácito de que perder o bar mais antigo do Rio seria um vexame grande demais até para nós. Se bares envelhecem, adoecem e morrem aos poucos, são os garçons que tentam manter tudo de pé enquanto dá. A morte de um garçom dói diferente.
Source: O Globo January 15, 2026 18:23 UTC