Diz que, em sua longa carreira de diplomata, nunca viu nada parecido com as tensões protagonizadas pelo atual presidente dos EUA. Além do inconveniente de ser paralelo ou substituto do Conselho de Segurança da ONU, é muito dependente da vontade de Trump. Quando há problemas que podem ser resolvidos pelo Conselho de Segurança sem divergências entre EUA, China e Rússia, são encaminhados. A esperança que existe é, em primeiro lugar, por mais que Trump soe ameaçador, não perdeu o pé na realidade. Só contariam, hoje, EUA, Rússia e China, as grandes potências nucleares.
Source: Zero Hora January 25, 2026 15:04 UTC