O erro de grafia no quadro escolar, capturado em vídeo, foi protagonizado por um dos monitores do modelo cívico-militar, no primeiro dia de implementação do programa. Nem os comandos militares, nem os erros de grafia caem no Enem, há de ser registrado. A resposta da pasta estadual de Educação diante do vexame foi pior que o episódio em si. Para a secretaria estadual, os monitores não atuarão em sala de aula, mas, sim, no reforço da disciplina, do respeito e dos valores cívicos. Tarcísio precisa explicar aos pais de alunos mais pobres por que prefere gastar R$ 17 milhões com militares do que com o futuro de seus filhos.
Source: Folha de S.Paulo February 05, 2026 05:43 UTC