Para ele, o GDF regularia o quanto os chacareiros deveriam produzir para garantir o fluxo do córrego. Mas a água é um bem precioso e não é propriedade de ninguém”, protesta. É uma situação que se repete no Brasil todo e em várias partes do mundo. “Vamos reduzir a quantidade de água que a Caesb pode usar. A outorga da empresa é de 3,8 mil litros por segundo e o compromisso é que reduzam para 3,1 mil.
Source: Correio Braziliense October 12, 2017 11:03 UTC