Nas últimas duas décadas, o Irã consolidou-se, na percepção israelense, como o maior risco à segurança do Estado judeu. Não apenas por seu programa nuclear e sua retórica oficial agressiva, mas também por sua atuação indireta de confronto por procuração. Já o Irã buscou proteger o seu programa nuclear e aprimorou o arsenal de mísseis balísticos e drones. A arquitetura emergente que aproxima países árabes sunitas de Estados Unidos e Israel, simbolizada pelos Acordos de Abraão, será colocada à prova. Se resistir, poderá consolidar um novo eixo de poder no Oriente Médio.
Source: Folha de S.Paulo March 01, 2026 04:21 UTC