"A ideia é dividir o movimento sindical, pois essa decisão deveria partir dos trabalhadores e não do governo", afirma João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical. Em sua opinião, o governo de Jair Bolsonaro demonstra descomprometimento com necessidades mais urgentes, como as reformas tributária e política e uma política industrial para gerar empregos. RetrógradoO professor da USP e pesquisador da Fipe, Hélio Zylberstajn, acha que a unicidade sindical já deveria ter acabado há muito tempo. "A ideia do governo acaba com isso pois permitirá a existência de mais de um sindicato na mesma base e para uma mesma categoria", diz Chong. O País tem cerca de 16 mil entidades de trabalhadores e empregadores.
Source: Correio Braziliense March 07, 2019 11:03 UTC