Em março, logo após o início da pandemia de coronavírus no Brasil, o presidente da multinacional brasileira Iochpe-Maxion, Marcos Oliveira, não acreditava que o impacto na empresa seria tão forte. Para ele, uma eventual segunda onda da pandemia não deve alterar a atual previsão global de produção de veículos leves, de 73 milhões de unidades, quase 18% inferior ao resultado de 2019. O grupo que tem 31 fábricas, sendo oito no Brasil, já opera com 75% a 80% de sua capacidade produtiva. A maior parte das rodas será feita no Brasil, e parte irá também do México e da Índia. “Não divulgamos valores, mas é um contrato que nos permite aumentar nossa participação no mercado americano e também conquistar novos clientes”, afirma Oliveira.
Source: O Estado de S. Paulo November 25, 2020 07:52 UTC