— Essa relativização do teto de gastos vem sendo necessária ao longo do tempo, em razão de um conjunto de problemas que tivemos em função da pandemia, por exemplo. É inegável que, com mais de 30 milhões de pessoas em estado de miséria, vamos precisar manter o Auxílio Brasil, ou o Bolsa Família, em R$ 600 — disse o senador, referindo-se à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Transição, que permitirá gastos fora do teto para manter o benefício no ano que vem. Pacheco disse que será preciso manter o programa social em R$ 600 e que a fórmula para isso será "relativizar" o teto de gastos exclusivamente para isso. Pacheco lembrou que, na quinta-feira, durante um pronunciamento, Lula gerou “aflição” no mercado, ao criticar o que chamou de “a tal estabilidade fiscal”. — Evidentemente, um governo responsável e consciente não precisaria de teto de gastos, mas nós não podemos ficar à mercê da consciência de quem governa.
Source: O Globo November 12, 2022 22:43 UTC