Em sua coluna dominical, Samuel Pessôa apresenta interpretações para as crises de 2008 e de 2020, bem como para a crise de 2014-2016. Nas crises exógenas, a tendência do PIB recuperou a trajetória anterior, enquanto na crise endógena houve queda permanente da taxa de crescimento. O autor apresenta "duas interpretações" para a crise de 2014-2016, uma heterodoxa e outra neoclássica. Em primeiro lugar, deve-se observar que a crise de 2014-2016 se vincula com a crise de 2008. As mudanças ocorridas na economia mundial interromperam o regime de crescimento liderado pelo aumento da participação dos salários na renda e estabilidade ou aumento da taxa de lucro.
Source: Folha de S.Paulo June 16, 2022 16:59 UTC