Enquanto a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) participa da narrativa da esquerda derrotada nas urnas contra o projeto de interesse do País da reforma da Previdência, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Fazenda, Rogério Marinho, anuncia a decisão do governo de por fim à unicidade sindical. Essa herança maldita do fascismo getulista, que garante monopólio de um sindicato de categoria de trabalhadores, contrariando o princípio democrático da liberdade de organização da classe operária, passando a lhe dar prioridade e pondo fim a um privilégio da elite de sindicalistas, tem sido a fórmula empregada para manter os sindicatos a reboque dos políticos populistas. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 7 de março de 2019. Para ouvir clique aqui e, em seguida, no player
Source: O Estado de S. Paulo March 07, 2019 09:56 UTC