SANTIAGO — “Tia, me dá uma comida?”Quem fala com Giovanna Grandón — mais conhecida como tia Pikachu — é uma menina de uns sete anos. Passei a ser tia Pikachu, a tia do povo, a tia do Chile, como muitos dizem. Policiais se aproximaram para pedir a identidade de todos do grupo, e disseram que tia Pikachu era “uma revolucionária ambulante”. Vários partidos que se abriram a incluir candidatos independentes em suas listas convidaram tia Pikachu, mas ela não aceitou. Análise: Pandemia abala e reforça conexões globaisA diretora-executiva do Latinobarômetro, Marta Lagos, não ficou surpreendida pelo fenômeno encarnado em tia Pikachu.
Source: O Globo April 04, 2021 07:30 UTC