Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (APAC), onde o goleiro Bruno cumpre pena de prisão - Alex Capella / Agência O GloboBELO HORIZONTE – Acostumado a atrair multidões aos estádios, quando defendeu o Atlético-MG e o Flamengo, o goleiro Bruno não conseguiu chamar atenção para o dia da sua soltura. Nenhum familiar ou amigo compareceu à unidade prisional. Morador de Vespasiano, também na Grande Belo Horizonte, Roberto disse que gosta de futebol e que acredita que o Bruno ainda voltará a jogar. O advogado de Bruno, Lúcio Adolfo, tem evitado em falar sobre o futuro do cliente. Mas, segundo ele, o jogador ficará 30 dias em Belo Horizonte e não descarta a possibilidade de voltar ao futebol.
Source: O Globo February 24, 2017 19:30 UTC