Ao pedir providências no batalhão depois de ser ferida, uma mulher foi ameaçada por um policial militar, que disse que não tinha "cerimônia para quebrar cara de mulher". Ela disse que estava na Rua João de Barros, "com muito pouca gente na rua", quando os policiais apareceram enfileirados, "já tacando bomba sem conversar com ninguém". O homem responde que estava na calçada durante todo o tempo e que o tráfego na rua estava liberado já que a rua estava vazia. Lá, recebe a resposta de que o caso não pode ser registrado e que as vítimas devem procurar a Corregedoria. Segundo ele, o policial que o atingiu agiu depois de ter visto que ele estava filmando o que estava acontecendo.
Source: O Estado de S. Paulo March 06, 2019 23:55 UTC