São PauloA estrutura colonial que domina um quarteirão no centro de São Paulo ganhou um destino que destoa de seu objetivo inicial. Para Priscilla Fenics, coordenadora da comunicação do museu, a chegada da instituição ao palácio serve para tensionar discursos que rondam esse tipo de construção. Ali, o público encontrará cursos gratuitos de áreas como produção cultural e musical, e também de contabilidade e de tecnologia. A organização afirma, ainda, que mantém diálogo com favelas de Salvador, Recife e Manaus para ampliar ainda mais suas conexões. "O museu que nasce aqui com essa cara sudestina, na verdade é o museu das favelas —e onde estiver favela, o museu tem que estar presente", afirma Zulu.
Source: Folha de S.Paulo November 26, 2022 05:14 UTC