Quando presidente dos EUA, Harry Truman exibia na mesa uma plaquinha com os dizeres "here stops the buck". Era afirmação de poder, não de sono tranquilo: ele, mais ninguém, ordenou despejar duas bombas atômicas sobre o Japão. Nenhuma placa dessas no STF, mas todo cidadão brasileiro sabe que ali se dá a palavra final em questões de Direito. Goste-se ou não da pessoa, o processo democrático tem de nele reconhecer uma "vontade" de sentido constitucional. E flutua a baixa institucionalidade, que aconteceu quando, individualmente, a soberba do mando de um ministro do STF cruzou a linha vermelha dos desmandos.
Source: Folha de S.Paulo January 31, 2026 22:25 UTC