O Supremo facilitou a explicação e dispensou o governo federal de fazer análise prévia dos planos. Ainda assim, apenas R$ 42 milhões dos R$ 85 milhões sob investigação haviam sido explicados até o Natal do ano passado. Dino baseou sua decisão em uma nota técnica do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre emendas individuais de deputados e senadores ao Orçamento. Uma das cidades que até o fim do ano passado não havia apresentado plano de trabalho foi Água Doce do Norte, no Espírito Santo, que tem 12 mil habitantes. Foram R$ 7,9 milhões destinados a investimentos por Bosco Saraiva, ex-deputado pelo Solidariedade e atual superintendente da Zona Franca de Manaus, e mais R$ 3 milhões de outros parlamentares.
Source: Folha de S.Paulo January 06, 2026 14:09 UTC