O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era o grande nome da oposição, e havia a expectativa de que ele liderasse a construção de uma candidatura de esquerda competitiva depois de deixar a prisão. A aposta da esquerda é de que Moro esfacele a base eleitoral do presidente da República. Portanto, mesmo com o alto índice de rejeição, o presidente Bolsonaro segue com chances consideráveis de permanecer no Planalto por mais quatro anos.”Ainda de acordo com Caichiolo, a pandemia de coronavírus e a quebra de apoio entre Moro e Bolsonaro podem ser fatores determinantes em 2022. De fato, uma eventual candidatura de Moro pode representar uma ameaça aos planos de reeleição de Bolsonaro”, completa. A pandemia do novo coronavírus dificulta a organização dos atos, pelo temor de que a doença se espalhe ainda mais.
Source: Correio Braziliense June 08, 2020 09:00 UTC