O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, anulou a sindicância que o Conselho Federal de Medicina (CFM) havia determinado sobre o atendimento prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal. O magistrado também ordenou que a Polícia Federal colha o depoimento do presidente da entidade, José Hiran da Silva Gallo, em até 10 dias. Na decisão, Moraes afirma que a medida do CFM é ilegal e que a autarquia não possui competência para fiscalizar a Polícia Federal. Mais cedo, o CFM havia determinado ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal a instauração imediata de sindicância para apurar denúncias relacionadas às condições de atendimento médico prestado a Bolsonaro. Ainda na terça-feira, a Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório médico informando que Bolsonaro estava consciente, orientado e sem indícios de déficit neurológico na manhã daquele dia.
Source: Zero Hora January 08, 2026 02:51 UTC