Belo HorizonteDesde a última sexta-feira (22), a pedagoga Gilda Andrade Oliveira Madeira, 40, se certifica de que a janela da casa está aberta antes de dormir. Gilda mora em uma das áreas de risco de Barão de Cocais (a 100km de Belo Horizonte). “A gente fica muito abalada, porque não estamos vivendo uma vida normal desde que a primeira barragem estourou. A simulação foi feita em bairros que estariam dentro da zona de segurança secundária, onde a estimativa é de que a lama chegaria em uma hora e doze minutos. Segundo o prefeito, a estimativa é que, desde que a Vale parou as atividades em Gongo Soco, em 2016, a receita tenha reduzido 30%.
Source: Folha de S.Paulo March 26, 2019 00:11 UTC